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Arquivo de Notícias - Fundação Christiano Ottoni
Sala de Seminários da Escola de Engenharia
UFMG realiza 5ª edição da Trilha do Conhecimento
A Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) promove, nos dias 12, 13 e 14 de maio, a 5ª edição da Trilha do Conhecimento, iniciativa que busca aproximar formação acadêmica e demandas do mercado profissional. A programação foi estruturada para proporcionar uma experiência completa, dinâmica e estimulante aos participantes, reunindo palestras com especialistas, rodas de conversa interativas e momentos de networking. A Trilha do Conhecimento é organizada pelos estudantes do Programa de Educação Tutorial da Engenharia Elétrica (PETEE) e tem como objetivo conectar os alunos da graduação — especialmente da Escola de Engenharia — com profissionais e empresas, ampliando a compreensão sobre o mercado de trabalho e estimulando o desenvolvimento de competências técnicas e interpessoais. De acordo com o aluno Alan Pessoa, do setor de gestão do PETEE, “a abordagem envolve desafios coletivos e profissionais que foram levantados e discutidos pelos participantes em edições anteriores de modo a garantir uma formação completa em todos os sentidos para os estudantes da UFMG e comunidade externa que se interesse pelos temas abordados”. Nesta edição, participam profissionais de instituições e empresas como DTI, W1 e Cadence, trazendo perspectivas atuais e experiências práticas para o público. Com o tema “Engenharia Interdisciplinar: saber que conecta, prática que transforma”, o evento propõe debater, de forma prática, como diferentes áreas da engenharia se articulam na solução de desafios reais. “Acreditamos que discutir a interdisciplinaridade na engenharia é fundamental, pois os desafios do mundo real não se resolvem com uma única especialidade, exigem diálogo, visão sistêmica e capacidade de integrar saberes técnicos, humanos e gerenciais”, explica o professor Fernando Souza, do Departamento de Engenharia Eletrônica e tutor do PETEE. As atividades acontecem presencialmente, das 14h50 às 17h, na sala T005 – Bloco 3 da Escola de Engenharia da UFMG. A participação é gratuita, com vagas limitadas. O evento oferece certificação, com possibilidade de aproveitamento de créditos acadêmicos. As inscrições já estão abertas às comunidades interna e externa e podem ser realizadas pelo link: https://linktr.ee/TrilhaDoConhecimentoUFMG A iniciativa conta com apoio institucional da Fundação Christiano Ottoni (FCO), no âmbito de ações voltadas à promoção da integração entre universidade e sociedade. Serviço Evento: 5ª edição da Trilha do Conhecimento Data: 13 e 14 de maio Horário: 14h50 às 17h Local: sala T005 – Bloco 3 da Escola de Engenharia da UFMG – Campus Pampulha – Belo Horizonte (MG) Inscrições: Até 14/05/2026 Participação: gratuita Informações e inscrições: https://linktr.ee/TrilhaDoConhecimentoUFMG   Belo Horizonte – 08/05/2026
30ª Semana de Engenharia Civil da UFMG está com inscrições abertas
Evento tradicional destaca resiliência, inovação, sustentabilidade A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) realiza, entre os dias 4 e 8 de maio de 2026, a Semana de Engenharia Civil, evento gratuito que reúne estudantes, profissionais e especialistas para discutir assuntos atuais e estratégicos da área. Em sua 30ª edição, a SEC UFMG traz como tema “Resiliência, Inovação e Sustentabilidade” e a proposta de proporcionar um ambiente coletivo e transversal, de aprendizado técnico e troca de ideias. “Discutir resiliência na engenharia civil também significa incorporar dimensões ambientais, sociais e de boa governança às decisões técnicas. Diante de desafios cada vez mais complexos, é fundamental formar profissionais capazes de desenvolver infraestruturas mais sustentáveis, socialmente responsáveis e planejadas com transparência, gestão de riscos e visão de longo prazo”, destaca a coordenadora da XXX SEC UFMG, professora Giovanna Alelvan, do Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia da Escola de Engenharia. A SEC é uma iniciativa do Grêmio de Engenharia Civil e busca complementar a formação acadêmica dos estudantes por meio da aproximação com o mercado de trabalho e com programas de pós-graduação, ampliando as perspectivas de atuação profissional e desenvolvimento científico. “A XXX SEC marca um retorno de um evento tão tradicional para a Engenharia Civil da UFMG, que ocorre desde os anos 1970 e passou por diversos marcos históricos da Escola de Engenharia e transformações do setor. O desejo da atual gestão do Grêmio foi retomá-lo como uma referência para alunos e profissionais da área em Belo Horizonte, para conectar a sala de aula com as demandas do mercado. Isso não teria sido possível sem o apoio das empresas parceiras, professores, técnicos administrativos, a FCO e nossa coordenadora que abraçou a ideia”, ressalta Caio Sérgio Peixoto, presidente do Grêmio.   Registro de edição ocorrida na década de 70 na Edifício Arthur Guimarães, antiga sede da Escola de Engenharia. Foto: Reprodução arquivo SEC. A conferência de abertura, sobre o tema principal, será com o CEO da Way Carbon, Felipe Bittencourt. A programação inclui palestras, minicursos, mesas-redondas e visitas técnicas, combinando conteúdos teóricos, como o uso de IA no setor de infraestrutura, e experiências práticas, como a competição Ponte de Palitos, uma parceria com a Liga Acadêmica de Estruturas, e a visita técnica ao Centro de Monitoramento Geotécnico da Vale, em Nova Lima. O objetivo é proporcionar aos participantes uma vivência mais aplicada da engenharia civil, com acesso a ferramentas, metodologias e ambientes reais da profissão. A SEC é um evento gerenciado pela Fundação Christiano Ottoni e, além do conteúdo técnico, se destaca pelo estímulo ao networking e pela integração entre universidade e setor produtivo, criando oportunidades de troca de experiências e construção de conexões profissionais com a presença de diversas empresas líderes do setor. Com carga horária de 40 horas e atividades realizadas ao longo do dia, a Semana de Engenharia Civil é aberta ao público interessado, sem necessidade de pré-requisitos para inscrição. As inscrições estão abertas até o dia 02/05 pelo site do evento. Serviço Evento: 30ª Semana de Engenharia Civil da UFMG Data: 4 a 8 de maio de 2026 Horário: 9h às 21h Local: Escola de Engenharia da UFMG – Belo Horizonte (MG) Inscrições: 13/04 a 02/05/2026 Participação: gratuita Informações: https://semanaengenhariacivil.com/   Belo Horizonte – 30/04/2026
Feira “Mercado em Conexão” aproxima estudantes de grandes empresas
Evento reúne cerca de 30 empresas e promove networking, troca de experiências e oportunidades de inserção profissional. Entre os dias 14, 15 e 16 de abril, a Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte (MG), recebe o “Mercado em Conexão”, feira de carreiras e inovação que aproxima estudantes e grandes empresas líderes de mercado. A iniciativa reúne aproximadamente 30 das maiores empresas do Brasil e busca impulsionar a inserção de jovens talentos no mercado de trabalho. A abertura oficial ocorre na próxima segunda-feira, 13 de abril, no auditório da Escola de Engenharia, a partir das 12h40, com aula magna da CEO da Anglo American no Brasil e egressa da UFMG, Ana Sanches. A programação inclui ainda painéis sobre carreira, inovação e futuro da engenharia. A feira oferece atividades de networking e troca de experiências, além de possibilitar contato com desafios reais das empresas. Os estudantes têm acesso a diferentes áreas de atuação e oportunidades profissionais, enquanto as organizações se aproximam de mão de obra qualificada em formação. A última edição, realizada em 2025, reuniu centenas de alunos que ficaram atentos ao mercado de trabalho. Foto: Divulgação Mercado em Conexão. “O Mercado em Conexão promove uma ponte concreta entre o aluno e as empresas, aproximando o estudante de oportunidades, vivências e o que, provavelmente, será o seu futuro profissional”, afirma Henrique Martins, vice-diretor da Escola de Engenharia da UFMG. Voltado a estudantes de todas as áreas da UFMG, o evento amplia conexões e contribui para a formação profissional e a inserção no mercado. A iniciativa ainda fortalece parcerias estratégicas institucionais e reforça o propósito de construir uma universidade alinhada às necessidades da sociedade. Para Giovanna Poladian, Diretora de Gestão da Cultura e de Talentos da Axia Energia, que participa pela primeira vez, a feira é uma oportunidade para a empresa fortalecer a conexão com a universidade e se aproximar dos estudantes. “Teremos um lounge exclusivo na feira, pensando no acolhimento dos estudantes em um espaço de troca. No local, eles poderão recarregar sua energia e de seus celulares, enquanto conversam com o nosso time para conhecer mais sobre a empresa. Também será possível realizar uma visita imersiva em nossas usinas por meio de realidade aumentada. A empresa ainda irá disponibilizar um banco de talentos para que os estudantes da UFMG se cadastrem e recebam informações sobre oportunidades de vagas de estágio e trainee”, conta. A Americanas também participa da feira pela primeira vez. A grande empresa do setor varejista pretende ampliar a conexão com jovens talentos, apresentar trilhas de carreira e mostrar as possibilidades de desenvolvimento dentro do negócio. Segundo a assessoria da empresa, associados da varejista estarão no local para conversar com os estudantes sobre carreira, cultura organizacional, jornada de crescimento e os desafios do varejo, fortalecendo o posicionamento da Americanas como uma companhia conectada ao futuro do trabalho, à inovação e à formação de novas lideranças. A Fundação Christiano Ottoni (FCO) é responsável pela gestão administrativa e financeira deste projeto, assim como de outras iniciativas desenvolvidas pela UFMG, contribuindo para a integração entre universidade e sociedade.   As inscrições prévias para participar da abertura oficial e da feira devem ser feitas através do site do evento: https://mercadoemconexao2026.com/ .   SERVIÇO Feira Mercado em Conexão 2026 Data: 14 a 16 de abril de 2026 Local: Estacionamento (bloco 3) da Escola de Engenharia da UFMG, Campus Pampulha — Belo Horizonte/MG   Abertura oficial: dia 13 a partir de 12h40 Local: Auditório da Escola de Engenharia da UFMG, Campus Pampulha — Belo Horizonte/MG   Belo Horizonte – 10/04/2026
Projeto da UFMG é premiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
O uso qualificado de dados é central na tomada de decisões em saúde, tema da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Dia Mundial da Saúde 2026 — “Juntos pela saúde. Apoie a ciência”. Nesse cenário, iniciativas de formação profissional como o curso de aperfeiçoamento “Alfabetização de Dados em Saúde Pública” se consolidam como experiência de referência. A formação, oferecida pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi reconhecida pela OMS entre as 40 melhores Iniciativas Educacionais em Epidemiologia Aplicadas aos Serviços de Saúde do SUS, mapeadas pelo Laboratório de Inovação em Saúde – EpiLab. O reconhecimento internacional veio por meio do EpiLab, iniciativa desenvolvida em parceria entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde/OMS, que tem como objetivo mapear e sistematizar experiências educacionais em epidemiologia aplicada no Brasil, contribuindo para o fortalecimento das práticas formativas no âmbito do SUS. Entre iniciativas de todo o país, o curso da UFMG foi selecionado entre as melhores propostas do país no eixo “Educação permanente em epidemiologia para vigilância em saúde”, que reúne propostas voltadas à qualificação contínua de profissionais, com foco na análise e interpretação de dados, planejamento e avaliação em saúde pública. De acordo com a coordenadora do curso, professora Danielle Cireno, do Departamento de Demografia da UFMG, a proposta dialoga diretamente com o desafio contemporâneo de transformar informação em ação. “Com foco no uso do DATASUS — base de dados da saúde pública brasileira —, o curso capacita profissionais da saúde, gestores públicos, estudantes e demais interessados a compreender, analisar e utilizar dados para subsidiar decisões no âmbito do SUS”, explica. Gerido pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), o curso é ofertado 100% online, por meio da plataforma Moodle de Extensão da universidade. Com duração de dois meses, a formação é estruturada em quatro unidades, com aulas assíncronas e atividades avaliativas que garantem acompanhamento acadêmico contínuo. Ao final, os participantes recebem certificado oficial da UFMG. O curso já capacitou 13 profissionais, entre médicos, fisioterapeutas, psicólogos e farmacêuticos, e está com uma nova turma aberta para o primeiro semestre, com inscrições até o dia 10 de abril pelo site www.fco.org.br/cursos/ Serviço Curso: Alfabetização de Dados em Saúde Pública Inscrições: até 10 de abril de 2026 Início das aulas: 16 de abril de 2026 Formato: 100% online Duração: 2 meses Público-alvo: profissionais da saúde, gestores públicos, estudantes e interessados em saúde pública Investimento: R$ 395,00 Inscrições: https://fco.org.br/cursos/alfabetizacao-de-dados-em-saude-publica-2/   Belo Horizonte – 07/04/2026
UFMG oferece cursos inéditos na área de Engenharia de Minas com inscrições abertas
Curso “Métodos de Instrumentação e Análise” irá abordar a caracterização de minerais por microscopia eletrônica de varredura – Foto Centro de Microscopia da UFMG – Divulgação FCO O Departamento de Engenharia de Minas da UFMG está com inscrições abertas para uma série inédita de cursos de extensão presenciais na área mineral. A iniciativa, prevista para o primeiro semestre de 2026, tem como objetivo capacitar profissionais, pesquisadores e estudantes em temas estratégicos e atualizados do setor. Ao todo, serão ofertados cinco cursos, com carga horária de 45 horas cada, ministrados por especialistas reconhecidos nas respectivas áreas. A programação começa em maio e segue até junho. A programação inclui os cursos “Métodos de Instrumentação e Análise”, que contempla a caracterização de minérios utilizando técnicas como difração e fluorescência de raios-X e microscopia eletrônica; e “Geomecânica e as Escavações Subterrâneas” que abordará temas como tensões em maciços rochosos, elasticidade, plasticidade e modelagens numéricas em 2D e 3D. Também estão previstos os cursos “Geoestatística Linear Básica”, voltado à análise, modelagem da variabilidade e predição espacial, com aplicação prática em bancos de dados; “Geometalurgia”, que trata da integração entre geologia, processamento mineral e planejamento de lavra; e “Modelamento Matemático Aplicado ao Tratamento de Minérios” com foco na representação de sistemas particulados em processos de fragmentação e concentração mineral. As aulas serão realizadas presencialmente na Escola de Engenharia da UFMG, Campus Pampulha, em Belo Horizonte, em turmas com data de início diferentes conforme o curso escolhido. Os interessados podem se inscrever pelo site da Fundação Christiano Ottoni, que é a responsável pela gestão administrativa e financeira dos cursos. O valor promocional de inscrição, até 15 dias antes do início de cada curso, é de R$ 3.960, parcelável em até seis vezes. Após esse período, o investimento passa para R$ 4.950. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail fabiolalemos@demin.ufmg.br ou pelo telefone (31) 3409-1865. Com foco na qualificação técnica e atualização profissional, os cursos representam uma oportunidade para quem deseja se aprofundar em temas essenciais da engenharia mineral, com conteúdo aplicado e ministrado por docentes experientes da UFMG.   Belo Horizonte – 01/04/2026
Cursinho pré-técnico da UFMG abre novas vagas para estudantes de baixa renda
Estão abertas, até o próximo dia 5 de abril de 2026, as inscrições para o preenchimento de vagas remanescentes dos processos seletivos do cursinho preparatório pré-técnico Equalizar, iniciativa sem fins lucrativos da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que vem transformando a trajetória educacional de estudantes de baixa renda da rede pública de ensino em Belo Horizonte. Gerenciado pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), esse projeto de extensão tem como objetivo preparar alunos para o ingresso em instituições públicas de excelência, como o Colégio Técnico da UFMG (COLTEC) e o CEFET-MG. “Nossa expectativa é promover inclusão social – com direito a educação, cultura e trabalho – e impactar a qualidade de vida da sociedade como um todo, além de contribuir para o desenvolvimento social e tecnológico do Brasil, com a formação de profissionais qualificados”, explica a coordenadora do projeto, professora Érika Cristina Cren, do Departamento de Engenharia Química da Escola de Engenharia da UFMG. Com taxa de inscrição simbólica de R$ 15, o Equalizar oferece 27 vagas neste processo seletivo. Para participar, o interessado precisa atender critérios socioeconômicos estabelecidos em edital e preencher um questionário sócio-econômico específico no ato da inscrição. As aulas acontecerão no Campus Pampulha da UFMG, no bloco 4 da Escola de Engenharia, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, com monitorias complementares das 17h às 18h. Além do suporte acadêmico, o curso inclui simulados periódicos, que auxiliam na preparação dos estudantes para os processos seletivos ao longo do ano. “Conheci o Equalizar em um projeto que me abriu as portas para o CEFET-MG e hoje é o que eu mais me orgulho de ter na minha vida”, relata o ex-aluno Kerlon Renner. Para ele, o cursinho é mais do que estudar, é um vínculo, um espaço de socialização e aprendizagem.   O edital completo e demais orientações para inscrição estão disponíveis nos canais de comunicação do projeto (https://equalizar.eng.ufmg.br/ e https://www.instagram.com/cpequalizar/) e no site da Fundação Christiano Ottoni: fco.org.br   Sobre o Equalizar O projeto Equalizar teve início em 2012 e é conduzido por uma equipe de aproximadamente 60 voluntários, entre professores e estudantes da UFMG, organizados em áreas pedagógicas e administrativas, que atuam de forma integrada no planejamento e desenvolvimento do cursinho. Atualmente, o projeto abre vagas para 90 alunos nas turmas de Pré-Enem e 40 para as turmas do Pré-Técnico, totalizando 130 alunos ao ano. A metodologia do Equalizar combina aulas expositivas, monitorias e simulados periódicos, além de atividades complementares como seminários, palestras, experimentos e debates sobre temas atuais, especialmente nas aulas de redação. O projeto também promove visitas técnicas e análise de conteúdos audiovisuais, enriquecendo a formação dos estudantes. O cursinho conta com o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPP), que constrói, junto com a Diretoria Pedagógica, ações coletivas voltadas para a saúde mental dos alunos e voluntários. Também oferece base em gestão e um laboratório de ensino para o desenvolvimento de atividades didáticas por estudantes da licenciatura e de outros cursos que têm interesse na docência. Além disso, o Equalizar já colaborou na estruturação de novos cursinhos, como o FaceEduca, Humanizar e Guimarães Rosa.   SERVIÇO Cursinho preparatório pré-técnico Equalizar Modalidade: Presencial Local: Escola de Engenharia da UFMG, Campus Pampulha/BH Taxa de inscrição: R$15   Belo Horizonte – 31/03/2026
Pesquisadoras defendem reconhecimento na ciência
“Não queremos ser maioria, queremos equidade”: pesquisadoras defendem reconhecimento e oportunidades na ciência Um bate-papo inspirador sobre histórias, desafios e conquistas de mulheres que lideram projetos de pesquisa científica da UFMG. Assim foi a live organizada pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), no dia 11 de fevereiro, para marcar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Mediado pela engenheira de produção e head de Inovação do Parque Tecnológico de Belo Horizonte, Ana Luiza Canhestro, o diálogo — transmitido pelo canal da FCO no YouTube — contou com a participação de professoras dos departamentos de Cartografia, Ciências Exatas e Química da UFMG. Elas coordenam alguns dos maiores projetos, em termos de valor e impacto socioambiental, sob a gestão de Gabriela Pacheco, do setor de Projetos da Fundação Christiano Ottoni. Entre os principais desafios enfrentados pelas mulheres na ciência, a professora do Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas (ICEx/UFMG), Glaura Goulart, destacou o desequilíbrio entre a presença feminina na base da pirâmide da pesquisa e a ocupação de posições de liderança. “Tem também o preconceito na citação dos nossos trabalhos, na análise dos nossos artigos”, afirmou. Coordenadora da Unidade EMBRAPII CTNano-UFMG, ela ressaltou ainda o desnível no reconhecimento das bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e a exigência de conciliar a trajetória profissional com o cuidado de filhos, pais e outros familiares. Ao concordar com esse posicionamento, a professora Camila Amorim, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia (EE/UFMG), enfatizou que a meta não é ser maioria, “mas alcançar equidade, por exemplo, com mais bolsas de produtividade distribuídas entre as mulheres”. Para ela, é desejável “considerar o tempo que a mulher dedica às licenças-maternidade ao analisar a produtividade de uma cientista”. Segundo a pesquisadora, é necessário incorporar esse olhar, com mais empatia, sobre o papel da mulher na ciência e na sociedade. De uma vila no interior de um parque nacional no norte de Portugal à demarcação de territórios de povos originários no Brasil. Até se tornar engenheira florestal, a professora Sónia Carvalho, do Departamento de Cartografia do Instituto de Geociências (IGC/UFMG), construiu sua trajetória movida pelo desejo de “resolver” o problema das florestas e da relação entre ecossistemas naturais e sociedade. “Eu sempre tive essa vocação de olhar o território e ver como é possível conciliar desenvolvimento e conservação da natureza”, relatou. “Fiz disso a minha bandeira. As mulheres têm essa capacidade de conciliar e cuidar, de negociar”, acrescentou. Com mais de uma década de atuação na Fundação Christiano Ottoni, nos bastidores da gestão de pesquisas realizadas em parceria com instituições dos setores público e privado, a coordenadora do setor de Projetos, Gabriela Pacheco, destacou a importância do apoio de homens em posições de liderança para que as mulheres avancem em suas carreiras. “Felizmente, a Fundação Christiano Ottoni tem 70% do seu quadro composto por mulheres, e 90% das lideranças de setor são femininas. Além disso, temos um diretor-presidente que valoriza muito as mulheres”, afirmou. Segundo ela, o professor Benjamin de Menezes, atual superintendente, foi quem identificou seu potencial para assumir a coordenação do que hoje é o maior setor da FCO. Ao se dirigir às jovens mulheres e às novas lideranças femininas, a professora Glaura Goulart sugeriu atenção a comportamentos masculinos que não demonstrem respeito ou reconhecimento por contribuições reais. “Eu não quero florezinhas, eu não quero gestos superficiais. Eu quero reconhecimento do meu trabalho, eu quero acesso a recursos, eu quero poder liderar com base nas minhas competências e nas do meu grupo, eu quero acessos reais. Quer me dar um presente? Eu aceito. Mas também aceite o meu projeto e o avalie corretamente!”, enfatizou. A professora Camila Amorim também abordou a importância da resiliência e da superação de estereótipos. “A sociedade sempre vai cobrar mais da gente, inclusive as próprias mulheres. A gente tem de ser bonita, tem que ser magra, tem que ser elegante, tem que falar bem, tem que falar baixo, não pode rir alto, tem que ser inteligente, tem que cuidar da família. Tudo isso em um pacote só”, enumerou. “Então, precisamos pensar: qual referência vou deixar para meus filhos? Qual modelo vou deixar de inspiração também para os pesquisadores que trabalham comigo?” Para ela, é possível, sim, fazer ciência sendo mulher. A live realizada no Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência integra as ações da FCO voltadas à valorização da diversidade e ao fortalecimento da presença feminina nos ambientes de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico. Ao reunir trajetórias de diferentes áreas do conhecimento, o encontro se consolidou como espaço para compartilhar bastidores de experiências em projetos de impacto social e tecnológico, evidenciando o olhar diferenciado das mulheres na construção de soluções para desafios contemporâneos. 🔴 Assista a live na íntegra no canal no YouTube da Fundação Christiano Ottoni: https://www.youtube.com/live/oHsfuFtPBtk?si=Afy5Sf90Uk0KdWP2 Belo Horizonte – 02/03/2026
Live aborda desafios e conquistas da liderança feminina na ciência
No dia 11 de fevereiro, data que marca o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, a Fundação Christiano Ottoni (FCO) promove uma live em seu canal no YouTube (@fundacaochristianoottoni) com o tema “Quando mulheres lideram na Ciência: histórias, desafios e conquistas”. O evento, que acontece às 16h desta quarta-feira, reunirá pesquisadoras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e representantes do sistema de inovação para discutir os desafios, as conquistas e o papel da liderança feminina na transformação do conhecimento científico em impacto real para a sociedade. Com mediação de Ana Luiza Canhestro, head de Inovação do Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC), a live contará com a participação das professoras Camila Amorim, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG; Glaura Goulart, do Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas (ICEx/UFMG); Sónia Maria Carvalho Ribeiro, do Departamento de Cartografia do Instituto de Geociências (IGC/UFMG); além da coordenadora do Setor de Projetos da Fundação Christiano Ottoni, Gabriela Pacheco. A iniciativa integra as ações da FCO voltadas à valorização da diversidade e ao fortalecimento da presença feminina nos ambientes de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico. Ao reunir trajetórias que atuam em diferentes áreas do conhecimento, o encontro propõe um bate-papo sobre como a liderança de mulheres na ciência contribui para ampliar perspectivas e uma oportunidade para contarem os bastidores da pesquisa. As convidadas compartilharão experiências de atuação em projetos de impacto social e tecnológico, desenvolvidos em parceria com instituições públicas e com o setor produtivo, evidenciando a importância da articulação entre universidade, fundação de apoio e ambientes de inovação para a consolidação de soluções que respondam a desafios contemporâneos em áreas como sustentabilidade ambiental, desenvolvimento de materiais avançados e uso de tecnologias de ponta para o monitoramento territorial. A Fundação Christiano Ottoni reforça, com a realização da live, seu compromisso com a promoção de um ambiente mais diverso, inclusivo e inovador para a ciência brasileira. “Quase um terço dos projetos gerenciados pela FCO são coordenados por mulheres e mais de 70% da equipe da Fundação é feminina. A participação de mulheres em posições de lideranças é um desafio coletivo e permanente”, enfatiza o diretor-presidente da FCO, Eduardo Chahud. A transmissão será ao vivo e aberta ao público. SERVIÇO Live: “Quando mulheres lideram na Ciência: histórias, desafios e conquistas” Data: 11/02, quarta-feira Horário: 16h Local: Canal da FCO no Youtube – @fundacaochristianoottoni   Belo Horizonte – 09/02/2026 Atualizado em 11/02/2026
UFMG oferecerá certificação internacional em Engenharia
Universidade será a primeira instituição do mundo, em língua não inglesa, com curso equivalente ao exame do INCOSE A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) será a primeira instituição de ensino superior do mundo, em língua não inglesa, a oferecer a Certificação Internacional do INCOSE (International Council on Systems Engineering – Conselho Internacional de Engenharia de Sistemas). A certificação será disponibilizada por meio de um curso de extensão em Engenharia de Sistemas, com início previsto para o primeiro semestre de 2026. A iniciativa será viabilizada pelo curso “Engenharia de Sistemas: Conceitos, Processos e Práticas”, oferecido pelo Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia, sob gerenciamento da Fundação Christiano Ottoni (FCO). Em dezembro, a UFMG assinou um termo de parceria que reconhece oficialmente o curso como equivalente ao Exame de Conhecimento e de Certificação Internacional do INCOSE, no nível ASEP (Associate Systems Engineering Professional). Professora Ana Liddy, a primeira profissional da América Latina a receber o nível mais alto de certificação do INCOSE.Foto: Arquivo Pessoal. A formalização da parceria ocorreu após a certificação da professora Ana Liddy Cenni de Castro Magalhães, uma das coordenadoras do curso, como Expert Systems Engineering Professional (ESEP) — o nível mais alto da certificação INCOSE. Ela é a primeira profissional da América Latina a alcançar esse patamar. Graduada em Ciência da Computação e doutora em Engenharia Elétrica, Ana Liddy acredita que a conquista representa “um passo muito relevante para a internacionalização do curso e para a formação de engenheiros de sistemas alinhados às melhores práticas globais”. A Certificação Internacional do INCOSE confere reconhecimento profissional em âmbito internacional, atestando a capacidade do engenheiro de atuar no desenvolvimento e na gestão de sistemas complexos ao longo de todo o seu ciclo de vida. Para o INCOSE Brasil, o reconhecimento da professora da UFMG “representa um avanço coletivo para a comunidade de Engenharia de Sistemas no país”. A certificação é amplamente valorizada em setores estratégicos como aeroespacial, energia, tecnologia da informação e indústria, funcionando como diferencial competitivo no mercado de trabalho e ampliando oportunidades de atuação em projetos internacionais. A primeira oferta do curso será presencial, com aulas aos sábados. A expectativa é de que, futuramente, também seja oferecido em formato remoto, com aulas síncronas, ampliando o acesso a profissionais de outras cidades, estados e países de língua portuguesa. Sobre o INCOSE O INCOSE é uma organização sem fins lucrativos e sociedade profissional dedicada à Engenharia de Sistemas, com mais de 26 mil membros e associados em todo o mundo. Desde 2024, a UFMG integra o INCOSE como Corporate Advisory Board Member, sendo a primeira instituição acadêmica da América Latina a participar do Conselho Consultivo Corporativo da entidade, composto por representantes de empresas, agências governamentais e instituições acadêmicas de diversos países. Engenharia de Sistemas na UFMG O curso de graduação em Engenharia de Sistemas da UFMG foi implantado em 2011, no âmbito do Programa REUNI, e foi o primeiro curso de graduação na área na América Latina.   Belo Horizonte – 30/12/2025
Fundação Christiano Ottoni integra a Rede Mineira de Inovação
A Fundação Christiano Ottoni (FCO) passou a integrar, oficialmente, a Rede Mineira de Inovação (RMI) como uma das quatro novas instituições aprovadas durante a assembleia realizada em 28 de novembro, no 2º Encontro de 2025 dos Ambientes de Inovação de Minas Gerais. A decisão marca um avanço significativo no fortalecimento das conexões entre ambientes promotores de inovação no estado. Durante a programação, os participantes, representando 20 ambientes, puderam conhecer mais sobre a trajetória e as frentes de atuação da Fundação, apresentadas pelo superintendente da FCO, Prof. Benjamin de Menezes. A FCO torna-se, assim, a primeira fundação de apoio a integrar a RMI na condição de ambiente promotor de inovação, posição alcançada frente ao trabalho do Escritório de Ligação da UFMG (ELO UFMG), gerenciado pela Fundação desde 2019. Também passam a integrar a Rede: o HUB Profetas, de Congonhas; o Porto Inovação, de Varginha e o Instituto Federal do Sul de Minas, unidade Poços de Caldas. “A entrada da FCO na RMI reforça nosso compromisso em ampliar pontes entre universidade, sociedade e setor produtivo. Participar dessa rede fortalece nossa capacidade de impulsionar projetos de inovação e contribuir para o desenvolvimento de Minas Gerais”, destaca o diretor-presidente da FCO, Prof. Eduardo Chahud, que esteve presente na Assembleia. Para o presidente da Rede Mineira de Inovação, Marco Crocco, a chegada da Fundação representa um importante passo na ampliação da diversidade institucional da RMI. “A inclusão da FCO agrega novas competências e amplia a conexão da Rede com iniciativas estratégicas. É um ganho para todo o ecossistema mineiro de inovação”, afirma. A RMI segue fortalecendo seu papel como articuladora de ambientes de inovação e como referência nacional na integração de instituições que atuam na promoção do desenvolvimento tecnológico em Minas Gerais. O superintendente da FCO Benjamin de Menezes fala durante o 2º Encontro de 2025 dos Ambientes de Inovação de Minas Gerais. Foto: Comunicação FCO. Editais e investimentos Importante para os ambientes de inovação, o tema editais e investimentos pautou o painel principal do encontro. Participaram: André de Castro Pereira Nunes, superintendente da Área de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento Tecnológico da Finep; Lucas Mendes, subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico; e Luiz Gustavo Cançado, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig. Eles apresentaram os editais que serão lançados em 2026 e deram orientações sobre como preparar os melhores projetos para serem contemplados. Belo Horizonte – 03/12/2025
Estudo da UFMG revela níveis críticos de poeira no ar em Congonhas (MG)
A combinação entre atividade mineradora, solo exposto e condições meteorológicas pode elevar a quantidade de poeira a níveis que ameaçam o meio ambiente e a saúde da população. Um estudo realizado por pesquisadores da UFMG em Congonhas (MG), a cerca de 80 quilômetros de Belo Horizonte, identificou valores de concentração acima do limite estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (US EPA) — referência mundial em controle da poluição do ar — e superiores aos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados integram o Inventário de Emissões Atmosféricas – Ano Base 2023, que será lançado no dia 24 de novembro, às 14h, no Museu de Congonhas. Coordenado pela professora Taciana Toledo de Almeida Albuquerque, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG, o estudo revela que as vias pavimentadas do município apresentam, em média, 3,22 gramas de silte — tipo de partícula de solo ou poeira — por metro quadrado. O índice reflete o acúmulo típico em cidades com forte presença da mineração e tráfego intenso de veículos pesados. As medições mostraram que 89% dos locais avaliados apresentaram concentrações entre 1 e 7 g/m², enquanto 11% superaram esse valor, sendo considerados trechos críticos quanto ao potencial de levantar poeira e afetar a qualidade do ar, aumentando também o incômodo da população com relação à sujeira. As coletas de pó acumulado nas ruas foram realizadas por uma equipe multidisciplinar de cientistas da UFMG, da UERJ e da UFES e pela equipe técnica de uma empresa especializada em consultoria ambiental. Eles recolheram amostras em 38 vias pavimentadas de diferentes regiões de Congonhas — com distintos volumes de tráfego e características construtivas — além de trechos da rodovia BR-040, que corta o município de cerca de 53 mil habitantes. O monitoramento ocorreu entre 23 de junho e 2 de julho de 2025, em dias úteis, com adaptações de metodologias internacionais para identificação de padrões diários, semanais e sazonais de teor de silte (poeira acumulada sobre uma superfície, geralmente expressa em gramas por metro quadrado). O Inventário foi elaborado utilizando-se quatro categorias de fontes principais da região: industriais, urbanas, biogênicas (originadas por organismos vivos) e de queimadas, incluindo tipologias como áreas expostas, vias de tráfego, processos industriais e fontes móveis. Foram estimados os principais poluentes atmosféricos — MP, MP₁₀, MP₂,₅, SO₂, NOₓ, CO, COVs e NH₃ —, resultando em uma base técnica abrangente que pode ser usada para planejamento de ações de controle e melhoria da qualidade do ar. O relatório técnico integra o projeto “Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para prognóstico e Prevenção de Eventos Críticos de Poluição Atmosférica” que, embora concentrado em Congonhas, abrangeu os municípios vizinhos de Belo Vale, Conselheiro Lafaiete, São Brás do Suaçuí, Jeceaba, Ouro Branco, Ouro Preto e Itabirito — com o objetivo de avaliar as interações regionais entre diferentes fontes emissoras. Além do alcance territorial, o documento representa um avanço em relação ao Inventário de Emissões Atmosféricas da Região de Congonhas – Ano Base 2012, ampliando o número inicial de quatro pontos de coleta e, portanto, a precisão das estimativas de emissões. Segundo a professora Taciana Toledo, “o Inventário é um instrumento de conhecimento e planejamento, o ponto de partida para ações estruturantes de controle de emissões, estudos de dispersão atmosférica, avaliação de riscos à saúde e definição de estratégias de mitigação”. Para ela, o banco de dados gerado neste levantamento constitui uma base sólida e atualizada que pode servir como referência para futuras avaliações e campanhas de monitoramento. Com base nos resultados, é possível “propor medidas preventivas, regulatórias e operacionais capazes de reduzir impactos, prevenir episódios críticos, consolidando Congonhas como referência nacional em gestão da qualidade do ar”, acredita Taciana Toledo. Trata-se também de um referencial passível de ser “replicado em outros municípios de Minas Gerais e do Brasil, contribuindo para o planejamento de políticas públicas regionais de controle ambiental”. O projeto “Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para prognóstico e Prevenção de Eventos Críticos de Poluição Atmosférica” é financiado pela Prefeitura de Congonhas, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). A execução técnica tem a parceria da QualityAmb Consultoria Ambiental e os recursos foram gerenciados pela Fundação Christiano Ottoni com apoio do Escritório de Ligação (ELO UFMG).   Belo Horizonte – 24/11/2025