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Arquivo Notícias - Página 3 de 5 - Fundação Christiano Ottoni
Oportunidades do setor energético é tema de live com especialista UFMG
Um panorama atual do setor energético brasileiro é o tema principal da live com o professor Victor Flores Mendes, coordenador da especialização em Fontes Renováveis: Geração, Operação e Integração, oferecido pelo Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia da UFMG. O encontro será no dia 5 de fevereiro, às 19h30, pelo Microsoft Teams. Durante o encontro, o engenheiro irá abordar as competências e habilidades essenciais para quem deseja atuar nas áreas de geração, operação e integração de fontes renováveis. Na ocasião, os participantes poderão interagir ao vivo com o professor e conhecer melhor o foco, abordagens, conteúdos e metodologia do curso, que está com inscrições abertas até 27 de fevereiro. A especialização, em modalidade Ensino a Distância (EAD), é voltado à formação de profissionais para atuar com energias renováveis e tecnologias sustentáveis para geração de energia elétrica. A nova turma terá aulas síncronas online às terças, quartas e quintas-feiras, das 19h às 22h, além de um encontro presencial por semestre na UFMG, em Belo Horizonte. Com oferta de 50 vagas, condicionadas ao preenchimento mínimo de 30 matrículas, o curso aceita inscrições mediante pagamento de taxa de R$ 100,00 pelo sistema da Fundação Christiano Ottoni (FCO) (https://fco.conveniar.com.br/eventos/Forms/Servicos/EventoDados.aspx?action=331), responsável pela gestão administrativo-financeira da iniciativa. O investimento inclui 24 parcelas mensais no valor de R$ 889,49, e até 10% das vagas poderão ser destinadas a bolsistas, conforme as regras da FUMP e da PRORH/UFMG. Mais informações, incluindo edital, documentos e detalhes do processo seletivo, estão disponíveis no site www.renovaveis.cpdee.ufmg.br SERVIÇO Live: Desafios e oportunidades das Energias Renováveis no Setor Elétrico Data: 05/02/26 Horário: 19h30 Link para participar: https://abre.ai/ow1k (Microsof Teams)   Belo Horizonte – 27/01/2026
Fontes Renováveis de Energia UFMG: inscrições até 27 de fevereiro
Pós-graduação EAD tem início previsto para o 1º semestre de 2026 Até o dia 27 de fevereiro de 2026, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) inscreve interessados em especializar-se em Fontes Renováveis: Geração, Operação e Integração. O curso, em modalidade Ensino a Distância (EAD), é voltado à formação de profissionais para atuar com energias renováveis e tecnologias sustentáveis para geração de energia elétrica. Oferecido pelo Departamento de Engenharia Elétrica da UFMG, sob a coordenação do engenheiro e professor Victor Flores Mendes, o curso é focado nas principais fontes renováveis comerciais: solar fotovoltaica, eólica, heliotérmica, pequenas centrais hidrelétricas, biomassa e biocombustíveis. Além das energias e os sistemas de conversão, aborda tecnologias correlatas como sistemas de armazenamento de energia, “smart grids” e “hidrogênio renovável”. Os conteúdos são focados em aspectos da geração de energia elétrica e questões relacionadas ao impacto do uso dessas fontes na rede – uma abordagem atualizada sobre sistemas elétricos e desafios do setor. A consciência de que o mundo trilha um caminho sem volta no uso das energias renováveis e a necessidade de aprimorar seu referencial técnico para fazer frente aos desafios impostos por essa realidade levou o engenheiro de equipamentos da Petrobrás Matias Marconi Menezes Silva Junior, 54, a se matricular no curso. “Trabalho em uma empresa que demanda soluções em energias renováveis para atender compromissos de redução de emissões e hoje sinto-me tecnicamente preparado para contribuir de maneira efetiva nesse campo”, avalia. Com início previsto para o primeiro semestre do próximo ano, a nova turma terá aulas síncronas online às terças, quartas e quintas-feiras, das 19h às 22h, além de um encontro presencial por semestre na UFMG, em Belo Horizonte. O processo seletivo é composto por análise de histórico escolar e currículo profissional. Podem se inscrever candidatos com diploma de graduação nas engenharias Elétrica, Mecânica, de Controle e Automação, de Sistemas, de Energia ou áreas afins, conforme avaliação da comissão de seleção. Na modalidade EAD, com aulas on-line, é o primeiro curso do proprietário da Engespo – Engenharia de Sistemas de potência, Edimar Luiz da Silva, 77. Além de poder revisar disciplinas da graduação, ele ressalta o contato com novos softwares que facilitam a elaboração de projetos, com cálculos precisos para tomadas de decisão mais assertivas. Prestando serviços para concessionárias como a Cemig, ele destaca a participação mais decisiva na escolha da melhor relação econômica em projetos da área. Ambos alunos concordam em relação ao nível dos professores, mestres e/ou doutores, na apresentação do conteúdo das disciplinas, ministradas com “qualidade, seriedade e a proficiência”. “Destaco também que o nível de exigência é compatível com a relevância do tema, mas as aulas síncronas e gravadas proporcionaram a flexibilidade necessária para que eu enfrentasse o desafio com segurança”, revelou Matias Junior. Com oferta de 50 vagas, condicionadas ao preenchimento mínimo de 30 matrículas, o curso aceita inscrições até 27 de fevereiro de 2026, mediante pagamento de taxa de R$ 100,00 pelo sistema da Fundação Christiano Ottoni (FCO) (Conveniar – Dados do Curso ), responsável pela gestão administrativo-financeira da iniciativa. O investimento inclui 24 parcelas mensais no valor de R$ 889,49, e até 10% das vagas poderão ser destinadas a bolsistas, conforme as regras da FUMP e da PRORH/UFMG. As avaliações do processo seletivo serão realizadas nos dias 4 e 5 de março de 2026, com divulgação dos resultados no dia 6 do mesmo mês. Os candidatos aprovados deverão realizar matrícula, assinatura de contrato e pagamento da primeira parcela entre 9 e 20 de março de 2026. Mais informações, incluindo edital, documentos e detalhes do processo seletivo, estão disponíveis no site www.renovaveis.cpdee.ufmg.br O curso de Especialização em Fontes Renováveis: Geração, Operação e Integração está em sua 7ª turma. Até fevereiro de 2026, 23 alunos da turma de 2024 devem concluir o curso. A previsão é de que a turma de 2025, com 22 alunos, conclua o curso até fim de 2026. No dia 5 de fevereiro, às 19h30, o professor Victor Flores Mendes, coordenador do curso, fará uma live, via Microsoft Teams, sobre o panorama atual do setor energético brasileiro e vai discutir as competências e habilidades essenciais para quem deseja atuar nas áreas de geração, operação e integração de fontes renováveis. Na ocasião, os participantes poderão interagir ao vivo com o professor e conhecer melhor o curso oferecido pela Escola de Engenharia. Belo Horizonte – 19/01/2026 Atualizado em 26/01/2025
Fundação Christiano Ottoni integra a Rede Mineira de Inovação
A Fundação Christiano Ottoni (FCO) passou a integrar, oficialmente, a Rede Mineira de Inovação (RMI) como uma das quatro novas instituições aprovadas durante a assembleia realizada em 28 de novembro, no 2º Encontro de 2025 dos Ambientes de Inovação de Minas Gerais. A decisão marca um avanço significativo no fortalecimento das conexões entre ambientes promotores de inovação no estado. Durante a programação, os participantes, representando 20 ambientes, puderam conhecer mais sobre a trajetória e as frentes de atuação da Fundação, apresentadas pelo superintendente da FCO, Prof. Benjamin de Menezes. A FCO torna-se, assim, a primeira fundação de apoio a integrar a RMI na condição de ambiente promotor de inovação, posição alcançada frente ao trabalho do Escritório de Ligação da UFMG (ELO UFMG), gerenciado pela Fundação desde 2019. Também passam a integrar a Rede: o HUB Profetas, de Congonhas; o Porto Inovação, de Varginha e o Instituto Federal do Sul de Minas, unidade Poços de Caldas. “A entrada da FCO na RMI reforça nosso compromisso em ampliar pontes entre universidade, sociedade e setor produtivo. Participar dessa rede fortalece nossa capacidade de impulsionar projetos de inovação e contribuir para o desenvolvimento de Minas Gerais”, destaca o diretor-presidente da FCO, Prof. Eduardo Chahud, que esteve presente na Assembleia. Para o presidente da Rede Mineira de Inovação, Marco Crocco, a chegada da Fundação representa um importante passo na ampliação da diversidade institucional da RMI. “A inclusão da FCO agrega novas competências e amplia a conexão da Rede com iniciativas estratégicas. É um ganho para todo o ecossistema mineiro de inovação”, afirma. A RMI segue fortalecendo seu papel como articuladora de ambientes de inovação e como referência nacional na integração de instituições que atuam na promoção do desenvolvimento tecnológico em Minas Gerais. O superintendente da FCO Benjamin de Menezes fala durante o 2º Encontro de 2025 dos Ambientes de Inovação de Minas Gerais. Foto: Comunicação FCO. Editais e investimentos Importante para os ambientes de inovação, o tema editais e investimentos pautou o painel principal do encontro. Participaram: André de Castro Pereira Nunes, superintendente da Área de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento Tecnológico da Finep; Lucas Mendes, subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico; e Luiz Gustavo Cançado, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig. Eles apresentaram os editais que serão lançados em 2026 e deram orientações sobre como preparar os melhores projetos para serem contemplados. Belo Horizonte – 03/12/2025
Estudo da UFMG revela níveis críticos de poeira no ar em Congonhas (MG)
A combinação entre atividade mineradora, solo exposto e condições meteorológicas pode elevar a quantidade de poeira a níveis que ameaçam o meio ambiente e a saúde da população. Um estudo realizado por pesquisadores da UFMG em Congonhas (MG), a cerca de 80 quilômetros de Belo Horizonte, identificou valores de concentração acima do limite estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (US EPA) — referência mundial em controle da poluição do ar — e superiores aos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados integram o Inventário de Emissões Atmosféricas – Ano Base 2023, que será lançado no dia 24 de novembro, às 14h, no Museu de Congonhas. Coordenado pela professora Taciana Toledo de Almeida Albuquerque, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG, o estudo revela que as vias pavimentadas do município apresentam, em média, 3,22 gramas de silte — tipo de partícula de solo ou poeira — por metro quadrado. O índice reflete o acúmulo típico em cidades com forte presença da mineração e tráfego intenso de veículos pesados. As medições mostraram que 89% dos locais avaliados apresentaram concentrações entre 1 e 7 g/m², enquanto 11% superaram esse valor, sendo considerados trechos críticos quanto ao potencial de levantar poeira e afetar a qualidade do ar, aumentando também o incômodo da população com relação à sujeira. As coletas de pó acumulado nas ruas foram realizadas por uma equipe multidisciplinar de cientistas da UFMG, da UERJ e da UFES e pela equipe técnica de uma empresa especializada em consultoria ambiental. Eles recolheram amostras em 38 vias pavimentadas de diferentes regiões de Congonhas — com distintos volumes de tráfego e características construtivas — além de trechos da rodovia BR-040, que corta o município de cerca de 53 mil habitantes. O monitoramento ocorreu entre 23 de junho e 2 de julho de 2025, em dias úteis, com adaptações de metodologias internacionais para identificação de padrões diários, semanais e sazonais de teor de silte (poeira acumulada sobre uma superfície, geralmente expressa em gramas por metro quadrado). O Inventário foi elaborado utilizando-se quatro categorias de fontes principais da região: industriais, urbanas, biogênicas (originadas por organismos vivos) e de queimadas, incluindo tipologias como áreas expostas, vias de tráfego, processos industriais e fontes móveis. Foram estimados os principais poluentes atmosféricos — MP, MP₁₀, MP₂,₅, SO₂, NOₓ, CO, COVs e NH₃ —, resultando em uma base técnica abrangente que pode ser usada para planejamento de ações de controle e melhoria da qualidade do ar. O relatório técnico integra o projeto “Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para prognóstico e Prevenção de Eventos Críticos de Poluição Atmosférica” que, embora concentrado em Congonhas, abrangeu os municípios vizinhos de Belo Vale, Conselheiro Lafaiete, São Brás do Suaçuí, Jeceaba, Ouro Branco, Ouro Preto e Itabirito — com o objetivo de avaliar as interações regionais entre diferentes fontes emissoras. Além do alcance territorial, o documento representa um avanço em relação ao Inventário de Emissões Atmosféricas da Região de Congonhas – Ano Base 2012, ampliando o número inicial de quatro pontos de coleta e, portanto, a precisão das estimativas de emissões. Segundo a professora Taciana Toledo, “o Inventário é um instrumento de conhecimento e planejamento, o ponto de partida para ações estruturantes de controle de emissões, estudos de dispersão atmosférica, avaliação de riscos à saúde e definição de estratégias de mitigação”. Para ela, o banco de dados gerado neste levantamento constitui uma base sólida e atualizada que pode servir como referência para futuras avaliações e campanhas de monitoramento. Com base nos resultados, é possível “propor medidas preventivas, regulatórias e operacionais capazes de reduzir impactos, prevenir episódios críticos, consolidando Congonhas como referência nacional em gestão da qualidade do ar”, acredita Taciana Toledo. Trata-se também de um referencial passível de ser “replicado em outros municípios de Minas Gerais e do Brasil, contribuindo para o planejamento de políticas públicas regionais de controle ambiental”. O projeto “Pesquisa e Desenvolvimento de Metodologias para prognóstico e Prevenção de Eventos Críticos de Poluição Atmosférica” é financiado pela Prefeitura de Congonhas, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). A execução técnica tem a parceria da QualityAmb Consultoria Ambiental e os recursos foram gerenciados pela Fundação Christiano Ottoni com apoio do Escritório de Ligação (ELO UFMG).   Belo Horizonte – 24/11/2025
UFMG abre inscrições para cursos gratuitos em áreas da construção civil
Oportunidade de qualificação técnica é voltada para profissionais com ensino fundamental   A Escola de Engenharia da UFMG abre, neste mês, o processo seletivo para o Curso Intensivo de Preparação de Mão de Obra Industrial (CIPMOI), projeto de extensão que há 69 anos contribui para a formação técnica e social da mão de obra em Belo Horizonte. Neste ciclo, serão ofertados gratuitamente os cursos de Mestre de Obras (120 vagas), Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão (60 vagas) e Tecnologia da Soldagem (50 vagas). Os cursos são voltados preferencialmente para quem já tem alguma experiência nas áreas, mas estão abertos a todos os interessados. O requisito mínimo é ter 18 anos e ensino fundamental I completo. As aulas são noturnas e presenciais, com duração aproximada de dez meses — de março a dezembro de 2026. Cada curso possui matérias específicas, além de três disciplinas gerais — Comunicação e Relações Humanas, Informática e Matemática. As aulas são ministradas por alunos da graduação orientados por um professor da área. O conteúdo inclui palestras com empresas parceiras. As inscrições são presenciais e poderão ser feitas na Escola de Engenharia da UFMG, campus Pampulha, nos seguintes períodos: 24 a 29 de novembro e 3 a 19 de dezembro, das 18h às 21h30. Também é possível fazer a inscrição aos sábados e feriado (29/11, 6 e 8/12), das 8h às 12h. O processo seletivo inclui prova, entrevista e matrícula. A classificação final será divulgada no dia 27 de fevereiro de 2026 no site cipmoi.eng.ufmg.br e redes sociais do CIPMOI. A matrícula ocorrerá entre 5 e 13 de março e as aulas serão de segunda a sexta-feira, no período das 19h às 22h15, na EE UFMG.   Projeto de extensão mais antigo da UFMG Mais antigo projeto de extensão da UFMG, o CIPMOI tem como missão democratizar o acesso à formação técnica em uma das universidades com maior nível de excelência do país, acolhendo profissionais da construção civil e metalmecânica e oferecendo formação gratuita e certificado. Os cursos unem conteúdo teórico e prático e são ministrados por professores, estudantes e voluntários da Escola de Engenharia. O objetivo é formar profissionais mais qualificados e conscientes do papel social do seu trabalho promovendo discussões sociopolíticas e seus reflexos no cotidiano. O CIPMOI serve como mediador entre os desenvolvedores das novas tecnologias e as pessoas que lidam diretamente com a sua aplicação, formando profissionais com capacidade técnica e habilidade de resolução de problemas, além de competências para um bom relacionamento interpessoal. Clique AQUI e acesse o EDITAL. As informações completas estão disponíveis no site www.cipmoi.eng.ufmg.br e nas redes sociais do projeto (instagram.com/cipmoi e facebook.com/cipmoi). O CIPMOI é um projeto financiado pela ArcelorMittal e os recursos são gerenciados pela Fundação Christiano Ottoni com apoio do Escritório de Ligação (ELO UFMG).   Belo Horizonte – 18/11/2025
Fundação Christiano Ottoni e Crea-MG firmam acordo de cooperação
Primeira reunião externa dos Conselhos da FCO aprova criação de fundo para pesquisa, ensino e inovação em 2026 A reunião contou com a presença do conselho curador e do conselho diretor. Foto: Comunicação FCO. Pela primeira vez em sua história, a Fundação Christiano Ottoni (FCO) realizou uma reunião conjunta dos seus Conselhos Diretor e Curador fora do ambiente universitário. O encontro, ocorrido na quinta-feira (13/11), foi sediado no Crea-MG e marcou um passo de aproximação institucional e ampliação das fronteiras de atuação da FCO. Além da apresentação dos resultados de 2025, os conselheiros deliberaram sobre iniciativas estratégicas para o próximo ano. Entre elas, destaca-se a aprovação da criação de um fundo permanente destinado ao apoio à pesquisa, ao ensino e à inovação, previsto para entrar em operação em 2026, e os conselho aprovaram também a proposta orçamentária para o próximo ano. A iniciativa reforça o compromisso da FCO em ampliar investimentos para o desenvolvimento científico e tecnológico e promover o fortalecimento do ecossistema de inovação. Na ocasião, FCO e Crea-MG também formalizaram um termo de cooperação para a facilitação na gestão de cursos de extensão, treinamentos e atividades de capacitação nas áreas de engenharias e correlatas. O acordo prevê que o Crea-MG disponibilize espaços para a realização das atividades, contribuindo para a formação continuada de profissionais do setor. Os conselhos se reuniram nessa importante reunião para a FCO. Foto: Comunicação FCO. “Essa parceria, por meio de programas de qualificação, pode beneficiar os profissionais ativos do Conselho, que hoje são mais de 220 mil”, destaca o presidente do Crea-MG, Marcos Gervásio. O presidente da FCO, Eduardo Chahud, ressaltou a importância estratégica do momento para a Fundação: “Estamos construindo novas pontes e ampliando nosso papel como instituição de apoio à ciência e à tecnologia. A aproximação com o Crea-MG e a criação do fundo de pesquisa reforçam nossa missão de impulsionar iniciativas que gerem impacto real para a sociedade.”   Belo Horizonte – 17/11/2025
6° Simpósio Franco-brasileiro sobre Audição
Simpósio internacional sobre Audição e Equilíbrio abre inscrições com preços especiais Banner de divulgação do 6° Simpósio Franco-brasileiro sobre Audição. Reprodução: site Simpósio Franco Brasileiro de Audição – https://www.simposiofrancobrasileiroaudicao.com/ Na 6ª edição, especialistas vão debater desafios para intervenção em disfunções do envelhecimento. Estão abertas as inscrições para o 6º Simpósio Franco‑Brasileiro sobre Audição e Equilíbrio com o tema “Desafios para intervenção em disfunções do envelhecimento”. Até 31 de outubro interessados em participar terão acesso a valores promocionais especiais. O evento acontecerá em 25 e 26 de junho de 2026, em Belo Horizonte, com o objetivo de promover o avanço científico em fonoaudiologia, com foco em tópicos interdisciplinares que abrangem audição, equilíbrio, envelhecimento, cognição e qualidade de vida, visando facilitar a divulgação de pesquisas, fomentar discussões colaborativas entre pesquisadores, profissionais e estudantes e gerar impactos significativos nos âmbitos científico, educacional e social. A programação contará com especialistas internacionalmente reconhecidos como líderes no tema, participando de mesas de debates, painéis interdisciplinares e tradução simultânea — reforçando o caráter global e acessível da iniciativa. Entre as principais atrações está a conferência de abertura com o professor Paul Avan, diretor do Instituto Auditivo CERIAH – Paris, referência mundial em audição. Estão previstas, ainda, premiação para melhores pôsteres de jovens pesquisadores e apresentação cultural integradas à programação científica. A mais recente, realizada em 20 e 21 de junho de 2024, teve o tema “Processamento auditivo e distúrbios centrais” e reuniu 32 palestrantes de vários países na Faculdade de Medicina da UFMG. Além de contar com especialistas de renome mundial e a possibilidade de tradução simultânea para garantir a participação plena independentemente do idioma, o evento propõe uma interseção entre pesquisa e aplicação clínica, incentivando discussões aprofundadas para transferência de conceitos de ponta para o cotidiano. Em tempos de envelhecimento acelerado da população global — segundo a Organização Mundial da Saúde, haverá dois bilhões de pessoas com 60 anos ou mais até 2050 — a discussão em torno de déficits auditivos, transtornos vestibulares e declínio cognitivo torna-se urgente. Registro da última edição, ocorrida em 2024. Foto: Fundação Christiano Ottoni. As inscrições seguem até 19 de junho de 2026. Para mais informações acesse o site oficial do evento: https://www.simposiofrancobrasileiroaudicao.com/ Belo Horizonte, 20 de outubro de 2025
Competição de Robôs Autônomos da UFMG atrai estudantes do ensino fundamental ao superior
Competição de Robôs Autônomos da UFMG atrai estudantes do ensino fundamental ao superior Estudantes e professores da Escola de Engenharia da UFMG estão comemorando a realização de mais uma edição da Competição de Robôs Autônomos (CoRA), evento promovido pelo Programa de Educação Tutorial da Engenharia Elétrica (PET-EE), coordenado pela professora Luciana Salles, entre os dias 16 e 18 de setembro. A iniciativa, em sua 12ª edição, reuniu estudantes de diferentes níveis de ensino de escolas de Belo Horizonte em três dias de provas que aliaram criatividade, tecnologia e espírito de equipe. A competição é reconhecida por aproximar teoria e prática no campo da robótica, automação e programação. Em 2025, a CoRA contou com três categorias, distribuídas entre estudantes do 5º ano do ensino fundamental ao superior, segundo explicou o graduando Oliver Haas Böttcher, que coordena a iniciativa junto com a professora Luciana Salles. “A categoria Seguidor de Linha Avançado, é voltada para alunos a partir do 9º ano; a Seguidor de Linha Mirim, é destinada aos alunos do 5º ao 8º ano do ensino fundamental; e a Robô Sumô, em que as máquinas duelam para retirar o adversário da arena, reúne equipes com integrantes do ensino fundamental, médio, técnico e graduação”, descreveu Böttcher. Além da disputa, a CoRA reforçou seu papel como porta de entrada para o aprendizado em robótica. A categoria Mirim, por exemplo, foi pensada para estimular estudantes mais jovens a montar, programar e ver seus robôs em ação, ampliando o interesse pela área. Segundo os organizadores, o objetivo central do evento é despertar a curiosidade científica e tecnológica, incentivando a cooperação entre equipes: “A CoRA é uma oportunidade única de aplicar conhecimentos teóricos em um ambiente prático e desafiador, que motiva os estudantes a pensar soluções criativas e inovadoras”. Realizada anualmente, a competição já se consolidou como um dos principais eventos acadêmicos de extensão da Escola de Engenharia, contribuindo para formar novas gerações de entusiastas e profissionais da robótica. O edital com o regulamento da próxima edição está previsto para o início de 2026. O PET-EE é um programa financiado pelo Ministério da Educação (MEC) e a CoRA é um projeto cujos recursos são gerenciados pela Fundação Christiano Ottoni com o apoio do ELO UFMG. Belo Horizonte – 26/09/25
Baja UFMG disputa etapa Sudeste do Baja SAE em Piracicaba
Competição é preparatória para disputa internacional nos EUA em outubro A equipe Baja UFMG participa, a partir desta quinta-feira (25), de mais uma edição da etapa Sudeste do Baja SAE, realizada na Escola de Engenharia de Piracicaba e organizada pela SAE BRASIL. Até 28 de setembro, o evento reúne estudantes de todo o país em uma das principais competições estudantis de engenharia, reconhecida pela intensidade dos desafios e pela oportunidade de aprendizado prático. O Baja UFMG é um projeto extracurricular da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formado por alunos de diferentes cursos de engenharia. O grupo se dedica a projetar, desenvolver e construir protótipos off-road conhecidos como veículos Baja, criados para enfrentar provas de resistência, desempenho e inovação tecnológica. O objetivo central é aplicar, na prática, conhecimentos adquiridos em sala de aula, além de possibilitar contato direto com ferramentas e metodologias utilizadas na indústria automotiva. A iniciativa é um dos projetos de competição acadêmica gerenciados pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), que apoia o desenvolvimento de soluções e experiências capazes de aproximar estudantes da realidade do setor produtivo. Além do Baja UFMG, outras equipes da UFMG também contam com a gestão da Fundação, como Fórmula TESLA, Milhagem, Uai Sô Fly, Cybatlhon, CoRA e Fórmula SAE. A participação na etapa Sudeste representa um importante aquecimento para a próxima grande missão da equipe: em outubro, o Baja UFMG embarca para a Carolina do Sul (EUA), onde disputará a competição internacional do Baja SAE, reunindo times de universidades de diferentes países. Belo Horizonte – 25/09/2025
Pesquisadores da UFMG atuam em projeto de recuperação da Lagoa de Ibirité-MG
Esgoto e água de chuva contaminada são os que mais impactam qualidade das águas superficiais de MG A recepção de esgoto sem tratamento e água de chuva contaminada é um dos principais problemas relacionados à qualidade das águas dos lagos urbanos e reservatórios de Minas Gerais. Pesquisadores do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG vem atuando em várias frentes de diagnóstico, monitoramento e tratamento, com o objetivo de transformar resíduos líquidos como os que resultam de atividades industriais, reduzindo riscos ambientais. Atualmente, uma equipe com 91 pesquisadores de diversas áreas e unidades da universidade está voltada para a recuperação da Lagoa de Ibirité, em Minas Gerais. Localizada entre os municípios de Betim, Ibirité e Sarzedo, esta lagoa é um importante corpo hídrico da região metropolitana de Belo Horizonte que vem sofrendo com assoreamento, excesso de nutrientes, poluição e crescimento de plantas aquáticas. A expansão urbana, a perda de vegetação florestal e a intensificação de focos de erosão são fatores que contribuem negativamente para a qualidade da água da lagoa. Utilizando tecnologias como inteligência artificial e aprendizagem de máquina, o grupo de pesquisadores da UFMG SIMOA – Sistemas Inteligentes de Monitoramento e Remediação Ambiental (https://simoa.eng.ufmg.br/), busca soluções personalizadas para diagnóstico, restauração e gestão sustentável da água da lagoa e do ambiente em seu entorno. Iniciado em fevereiro de 2024, o AquaSmart já progrediu em 50% de suas atividades, incluindo ações de diagnóstico e monitoramento inteligente das condições ambientais e impactos causados pelas atividades humanas na Lagoa de Ibirité e bacia hidrográfica vizinha, e de interação com a comunidade, com perspectiva de impacto em três municípios que somam aproximadamente 210 mil habitantes e 91 km2 de área de estudo e ações. “O AquaSmart mostra como estamos conseguindo fazer a diferença fora do ambiente acadêmico”, comemora a professora Camila Amorim, coordenadora geral do projeto. No início de setembro, o grupo realizou o workshop “Fala Lagoa AquaSmart UFMG” como uma mostra das atividades do projeto, equipamentos utilizados, jogos interativos de cunho educacional, entre outros. O evento reuniu cerca de 120 pessoas, incluindo agentes da comunidade e equipe do projeto. “Isso é revelador de como estamos conseguindo atingir, de fato, a sociedade”. PROJETOS RELACIONADOS À QUALIDADE DA ÁGUA O SIMOA nasceu em 2019 a partir de um projeto de pesquisa e desenvolvimento de sistemas inteligentes de monitoramento ambiental no reservatório hidrelétrico de Três Marias. Além da água, atualmente, desenvolve e aplica soluções voltadas para a qualidade do solo e do ar, com capacidade analítica para detecção de contaminantes com base tanto em parâmetros tradicionais quanto emergentes, fonte de preocupação no mundo inteiro e alvo de legislações internacionais. “Além dos lagos urbanos, o Brasil tem ainda um grande número de lagos hidrelétricos que sofrem o impacto dos usos múltiplos dos reservatórios, como a piscicultura amadora, irrigação etc. As vezes você tem uma descarga e consegue, com os sistemas baseados em imagens de satélite e sobrevoos de drones com câmeras especiais acopladas que estamos desenvolvendo, avisar com mais rapidez o operador sobre uma possível contaminação no corpo d’água”, explica a professora Camila Amorim, destacando a importância de unir ciência de ponta e inovação tecnológica para trazer respostas rápidas no monitoramento e prevenção de anomalias em grandes áreas. O projeto “AquaSmart” (https://simoa.eng.ufmg.br/projeto/aqua-smart/) é uma iniciativa do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da UFMG, sendo financiado pela ANP/Petrobras, com gerenciamento dos recursos financeiros pela Fundação Christiano Ottoni e apoio do ELO UFMG.
Pesquisa da UFMG avalia risco de incêndio em edifícios históricos de Minas Gerais
Metodologia inédita revela alta vulnerabilidade dos bens públicos Edifícios e espaços do patrimônio cultural estão entre os bens públicos mais vulneráveis a desastres relacionados a incêndios. Uma equipe de pesquisadores da Escola de Arquitetura da UFMG desenvolveu o projeto Avaliação de risco de incêndio nas edificações que compõem o patrimônio cultural de Brumadinho, com o objetivo de diagnosticar a situação atual e propor soluções corretivas e preventivas que aumentem a resiliência da cidade. O número de desastres com o patrimônio cultural aumentou muito a partir do início do século 21, afirma o professor Paulo Gustavo von Krüger, coordenador do estudo. “Até o fim do século 20, a gente tinha um desastre por década. A partir de 2011 até 2020, registramos, em média, um por ano. De 2021 para cá, o número ficou fora de controle”, revela. A equipe de pesquisa aplicou uma metodologia inédita, desenvolvida na Universidade e usada pela primeira vez na cidade de Ouro Preto, para fazer a avaliação de riscos das edificações. O trabalho inclui a aplicação de três técnicas distintas – Método Chichorro, Análise Global e Arica. A maioria das edificações avaliadas apresentou falhas significativas em pelo menos um dos critérios avaliados. “Com a sobreposição dessas técnicas, é possível abarcar um número muito maior de parâmetros de risco e segurança”, explica Krüger. O procedimento proposto pelos pesquisadores da UFMG mostra, por exemplo, que uma edificação com grau de risco alto ou sem segurança mínima contra incêndio nas três técnicas apresenta um nível alto de risco. A que não tem em duas, um risco médio-alto. Uma, um risco médio baixo. E nenhuma delas, uma edificação segura. “Com isso, consigo expor uma série de problemas e identificar quais edificações necessitam de uma intervenção urgente”, avaliou Krüger. Os mapas elaborados para Ouro Preto, por exemplo, onde 146 edificações foram avaliadas, demonstraram que a grande maioria apresenta risco médio ou alto. “Conhecer essas estatísticas ajuda o poder público a criar uma espécie de classificação de prioridade de atuação”, ressaltou Krüger. A partir dos dados coletados, os pesquisadores da UFMG propuseram ações como adequações nas instalações elétricas, planos de emergência, intervenções físicas e campanhas de educação patrimonial. O estudo também contou com um processo de Geodesign colaborativo, reunindo especialistas para pensar soluções integradas. Os resultados, segundo o professor Paulo Krüger, oferecem “subsídios valiosos para políticas públicas de preservação e segurança, com foco em medidas de baixo custo e alto impacto preventivo”. As realidades de Ouro Preto e Brumadinho, de acordo com Krüger, não são fatos isolados. Para o professor, em outras regiões de Minas Gerais, cidades com menos visibilidade, a situação pode ser ainda pior, especialmente, pela distância de unidades do Corpo de Bombeiros. Ele acredita que buscar uma parceria com a Universidade possibilitaria uma avaliação em grande escala, já que as pesquisas permitem entender várias metodologias e quais delas se encaixam em um contexto específico. “Além de construir conhecimento sobre o assunto, no meio acadêmico, os estudantes de mestrado e doutorado estão sempre criando novos procedimentos e atualizando as metodologias existentes com a inclusão de diferentes parâmetros ao que já é utilizado”, destacou. O projeto Avaliação de risco de incêndios em sítios históricos mineiros: Ouro Preto é uma iniciativa do Departamento de Tecnologia do Design, da Arquitetura e do Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG, foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e gerenciado pela Fundação Christiano Ottoni (FCO) com apoio do ELO UFMG. O projeto de extensão Avaliação de risco de incêndio das edificações que compõem o patrimônio cultural de Brumadinho, também foi gerenciado pela Fundação Christiano Ottoni com apoio do ELO UFMG.